Externato Senhora do Carmo

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Externato Senhora do Carmo

Boas Festas

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A Direção do Externato Senhora do Carmo deseja-vos um FELIZ NATAL e um PRÓSPERO ANO NOVO.

Assunção Santos e Albino Santos

 



EXPOSIÇÃO

Continua aberta ao público a Exposição de Pintura de Mário Rocha, no Espaço Cultural do Externato.

 

 

Actualizado em Quarta, 21 Dezembro 2011 14:54
 

O Melhor texto de Natal

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Era Natal e toda a família Miller se encontra na casa dos avós. Trata-se de uma tradição em que todos vêm cá celebrar o Natal e nada melhor que as histórias do passado, que os miúdos tanto gostam, para entreter o tempo ate à hora de abrir os presentes, à meia-noite.

Encho-me de orgulho, quando vejo os meus netinhos e filhos, sentados defronte de mim, todos curiosos por ouvirem as minhas histórias de vida.

Contava eu, num silêncio reconfortante, ouvindo apenas o arder da lareira bem alimentada e o estalar das castanhas que eram comidas por miúdos e graúdos, enquanto escutavam:

“Esta história remonta a tempos de terror, passados agora mais de quarenta anos, em que os jovens homens, com vinte anos, eram, na sua maioria, obrigados pelos seus pais a alistarem-se no exército. Aqui, ao entrarmos, recebemos treino para pelo menos conseguirmos servir o nosso país e a partir daqui, escolher o nosso futuro.

Tudo era, mais ou menos, parecido com os dias de hoje, em que temos as aulas ate ao nono ano e após terminar-se o ensino básico, seguíamos uma área e ingressávamos na universidade.

Eu tive dez duros anos de preparação até conseguir alcançar o invejado título de Tenente-Chefe, Tenente-Chefe Miller. Após receber este título, foi-me dado uma missão e uma equipa. Fomos para Bagdade, no Iraque e lá não era assunto para brincadeiras. O som de fundo, minuto após minuto, de disparos, explosões e gritos de coordenação. Era o caos total e ainda o é, pelo que se vê na televisão.

Tínhamos o resto do dia para nos instalarmos e ir ao posto central recolher a missão que começara. A missão em si é confidencial, mas digo-vos, que no básico, era apenas assegurarmos a segurança de um determinado setor da chamada “Zona Verde”, a zona controlada e dominada pelas tropas da nossa nação. Pegamos num jipe e lá nos dirigimos para o local.

O grupo, que tinha como nome de código, Alpha-Tigers, estava no local há várias horas e já era noite. Ao longe, à entrada dos escuros becos, vislumbrei um homem, aparentemente armado, agarrando uma pobre menina que ali passava assustada.

Ao ver aquilo, algo transcendente, muito forte, me fez ir atrás do bandido, reclamando que libertasse a pobre criança. Eu corro de alma e corpo, até que me apercebo que estou sozinho. Perante isto, apercebo-me que tenho que redobrar o cuidado, mas nunca abandonando a pequena.

O suspeito, atrasado pelo passo da criança e desconhecendo os becos, foi obrigado a entrar numa rua sem saída e eu encurralei-o.

Era o momento de pôr em prática todas as pequenas lições que aprendi ao longo dos dez anos de treinos intensivos. Tinha plena confiança em mim.

O terrorista estava atrás da rapariga, usando-a como escudo humano, apontando para mim aquela famosa arma, uma AK-47. Eu pedi-lhe que a pousasse e ele gritava-me em iraquiano, aparentando que ia premir o gatilho.

O meu instinto foi disparar, cravei-lhe dois tiros no peito e ele tombou de imediato para trás, enquanto a criança chorava e corria para mim, abraçando-se e agradecendo na sua língua.

Outrora foram tempos louváveis e não há melhor sentimento, garanto-vos, do que ver os olhos daquela criança depois de salva.”

Toda a família, admirada com a história, batia palmas e felicitava o avô, quando foram interrompidos pelo toque do relógio que marcava meia-noite.

Seguiu-se a noite que os miúdos tanto gostavam, a noite de Natal.

 

Telmo Fernandes, Língua Portuguesa, 9º Ano


 

Estar com o Pai Natal

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Estar com o Pai Natal será…

 

Como será estar com o Pai Natal?... Só descobriremos isso, quando estivermos com ele, mas se imaginarmos, talvez a nossa imaginação se torne real!

Estar com esse senhor gorducho para mim iria ser um enorme prazer. Estar com o especialista e distribuidor de brinquedos, para mim, seria uma emoção infinita!

Não sei que presente daria ao Pai Natal por ele me oferecer o melhor momento de toda a minha vida e por me mostrar como é tê-lo a meu lado, assim tão perto…

O meu ser, naquele minuto estaria paralisado e ao mesmo tempo, mil sentimentos percorreriam o meu corpo, aquecendo todas as partes frias de mim!

Mesmo assim, dar-lhe-ia um abraço e agradecer-lhe-ia por ser tão simpático e altruísta…

Um momento assim, só tem lugar no coração, que aquecido pelos sentimentos bate com alegria!...

 

Trabalho realizado por:

Maria Luís Carvalho 4ºAno A

 

Carta ao Pai Natal - 1º Ano

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Carta ao Pai Natal - 1º Ano

Actualizado em Quarta, 21 Dezembro 2011 14:52
 

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Destaques

No âmbito dos conteúdos leccionados nas disciplinas de Geografia e História e Geografia de Portugal, os alunos do quinto ano e do sétimo ano de escolaridade, elaboraram uma exposição de rosas-dos-ventos construídas em diversos materiais, fruto da sua motivação e criatividade. Os alunos empenharam-se na execução da actividade tendo concretizado os objectivos propostos.